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	<title>Recitech Ambiental</title>
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		<title>Recitech realiza primeira campanha de monitoramento da fauna na PCH Itaguaçu</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Feb 2012 20:01:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>recitech</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><a href="http://www.recitechambiental.com.br/?p=1790"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1791" title="102_2727" src="http://www.recitechambiental.com.br/wp-content/uploads/2012/02/102_2727-150x150.jpg" alt="Anfíbio capturado em pitfall" width="150" height="150" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Nesta semana, de 6 a 11 de fevereiro de 2012, a equipe de fauna do setor ambiental do Grupo Recitech, está realizando a primeira campanha de monitoramento da fauna na PCH Itaguaçu, no município de Pitanga.<br />
Este trabalho faz parte de&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.recitechambiental.com.br/?p=1790"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1791" title="102_2727" src="http://www.recitechambiental.com.br/wp-content/uploads/2012/02/102_2727-150x150.jpg" alt="Anfíbio capturado em pitfall" width="150" height="150" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Nesta semana, de 6 a 11 de fevereiro de 2012, a equipe de fauna do setor ambiental do Grupo Recitech, está realizando a primeira campanha de monitoramento da fauna na PCH Itaguaçu, no município de Pitanga.<br />
Este trabalho faz parte de uma das condicionantes solicitadas pelo IAP, com autorização de captura e coleta do IBAMA, como pré requisito para obtenção da licença de operação, de maneira a comparar a diversidade da fauna antes, durante e após o alagamento, este previsto para agosto de 2012.<br />
Até agora a equipe do Grupo Recitech já identificou 17 espécies, sendo 6 de peixes, 3 de anfíbios, 2 de répteis e 6 de mamíferos, distribuídas em quatro fragmentos pertencentes a área de influência direta da usina.<br />
Este trabalho é o 4o realizado no estado do Paraná, nos últimos dez anos, de monitoramento e com posterior resgate da fauna, anteriores a este, realizaram-se na UHE de Mauá de 361 MW na divisa de Telêmaco Borba com Ortigueira, UHE de Santa Clara de 123,6 MW na divisa de Pinhão e Candói,  UHE do Fundão de 122,5 MW na divisa de Pinhão e Foz do Jordão.</p>
<p style="text-align: justify;">Confira abaixo algumas fotos:</p>
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<p style="text-align: justify;"> <img class="alignleft size-medium wp-image-1800" title="P2080026" src="http://www.recitechambiental.com.br/wp-content/uploads/2012/02/P2080026-300x224.jpg" alt="" width="406" height="263" /></p>
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<p style="text-align: justify;"> <a href="http://www.recitechambiental.com.br/wp-content/uploads/2012/02/102_2653.jpg"><img class="alignleft size-large wp-image-1794" title="102_2653" src="http://www.recitechambiental.com.br/wp-content/uploads/2012/02/102_2653-1024x768.jpg" alt="" width="404" height="303" /></a></p>
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<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.recitechambiental.com.br/wp-content/uploads/2012/02/102_2713.jpg"></a> </p>
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<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.recitechambiental.com.br/wp-content/uploads/2012/02/102_2713.jpg"></a> </p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.recitechambiental.com.br/wp-content/uploads/2012/02/102_2713.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1798" title="102_2713" src="http://www.recitechambiental.com.br/wp-content/uploads/2012/02/102_2713-300x225.jpg" alt="" width="404" height="288" /></a></p>
<p><a href="http://www.recitechambiental.com.br/wp-content/uploads/2012/02/102_2713.jpg"></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.recitechambiental.com.br/wp-content/uploads/2012/02/102_2713.jpg"></a> </p>
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<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1796" title="102_2676" src="http://www.recitechambiental.com.br/wp-content/uploads/2012/02/102_26762-300x225.jpg" alt="" width="408" height="299" /></p>
<p style="text-align: justify;"> <a href="http://www.recitechambiental.com.br/wp-content/uploads/2012/02/DSC_4925.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1799" title="DSC_4925" src="http://www.recitechambiental.com.br/wp-content/uploads/2012/02/DSC_4925-300x200.jpg" alt="" width="411" height="285" /></a></p>
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		<title>Mesmo com licença ambiental, obras de PCHs devem demorar</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 18:27:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>recitech</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Governo entregou ontem nove autorizações prévias e uma definitiva. Mas as atuais condições de mercado praticamente inviabilizaram as pequenas centrais.</p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Governo entregou ontem nove autorizações prévias e uma definitiva. Mas as atuais condições de mercado praticamente inviabilizaram as pequenas centrais.</p>
<p>O governo do Paraná liberou ontem, de uma só vez, dez licenças ambientais para projetos de pequenas centrais hidrelétricas (PCHs). Foram nove licenças prévias e uma de instalação, que já permite a construção da usina. Planejadas para seis rios do estado, essas centrais terão potência total de 82,2 megawatts, capaz de abastecer 100 mil pessoas, e receberão investimentos estimados entre R$ 658 milhões e R$ 822 milhões.<br />
As autorizações ficaram suspensas por mais de sete anos, no governo de Roberto Requião, e voltaram a ser liberadas em 2010, na gestão de Orlando Pessuti. Mas a retomada pode ter vindo tarde demais: os próprios investidores que ontem receberam as licenças das mãos do governador Beto Richa admitem que o barateamento das tarifas de energia “nova” nos últimos anos praticamente inviabilizou as PCHs. Por isso, dificilmente os projetos sairão do papel no curto prazo.<br />
No mercado atual, o preço de venda da energia gerada pelas PCHs não dá retorno, segundo investidores. Há três anos, o custo do megawatt-hora (MWh) gerado era de aproximadamente R$ 170, e hoje gira em torno de R$ 100. O ponto de equilíbrio para justificar o investimento seria de R$ 145 por MWh.<br />
“Essa energia é incentivada, com desconto de 50% na tarifa de uso e transmissão da rede. Mas o setor aguarda alguma medida de incentivo do governo federal”, diz o presidente da Associação Paranaense dos Geradores de Energia (APGE), Gustavo de Brito Ribas.<br />
Segundo Luiz Fernando Cordeiro, da EPP Energia, a licença ambiental permite que as empresas participem de leilões de energia, financiem os projetos ou negociem contratos no mercado livre. Ele acredita que o governo federal vai encontrar uma solução para incentivar o setor e viabilizar os projetos. “A expectativa é de que em breve haverá leilões exclusivos, com preços competitivos para as PCHs. De qualquer forma, vamos deixar os projetos prontos, aguardando o melhor momento para investir, ou tentaremos encontrar soluções no mercado livre.” A EPP faz parte do consórcio Confluência, que ontem recebeu a licença prévia para uma PCH no Rio Marrecas, no Centro-Sul do estado.</p>
<p><strong>Otimismo</strong><br />
O governador Beto Richa diz acreditar que alguns dos projetos devam começar a ser construídos ainda neste ano. O tempo médio de construção de uma PCH é de 18 meses. Sobre as críticas do ex-governador Roberto Requião ao modelo de negócios das PCHs (&#8230;), Richa disse “não ter o que comentar”. “Mais do que palavras, valem as atitudes. É só ver como foram os oito anos de governo dele. Esses são todos projetos que estavam represados havia muitos anos no governo do estado. Essa visão fundamentalista e radical é que trouxe muitos prejuízos para o Paraná.”<br />
Segundo Richa, além da geração de energia, “as PCHs ajudam a atrair investimentos e geram empregos, principalmente em regiões deprimidas economicamente e com baixo índice de desenvolvimento humano”.</p>
<p><strong>Copel pode ser sócia de alguns projetos</strong><br />
Durante a entrega das licenças ambientais das PCHs, o presidente da Companhia Paranaense de Energia (Copel), Lindolfo Zimmer, manifestou interesse em colocar a empresa como sócia de alguns dos projetos. “A Copel estará junto com vocês, dando a mão quando for preciso, porque queremos que essas obras aconteçam”, disse o presidente da companhia aos empresários.<br />
Embora ainda não confirme valores ou de quais projetos a empresa será sócia, o interesse da Copel é pelos projetos com capacidade acima de 15 MW. Neste caso, a participação seria nas PCHs Cantu 1, Cantu 2 e Confluência, nos rios Cantu e Marrecas. “Sa­­bemos que o momento é desfavorável, mas existirão caminhos para fazer com que as obras aconteçam”, garantiu Zimmer.<br />
Todas as PCHs deverão ser financiadas com recursos do Banco Nacional de Desenvol­vimen­­to Econômico e Social (BNDES), que custeia até 80% dos projetos. O prazo de concessão das PCHs é de 30 anos, renovável por mais 30.<br />
O Paraná comporta 450 projetos de PCHs, segundo estudos hidrográficos citados pela Associação Paranaense dos Geradores de Energia (APGE). Desses, 150 projetos já têm aprovação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e aguardam aprovação de licença prévia do Instituto Ambiental do Paraná (IAP). Os empreendimentos que receberam as licenças prévias ontem são os que estão mais avançados e que estavam “na fila” há mais tempo.</p>
<p><img src="http://www.gazetadopovo.com.br/midia/licencas_PCH_WEB.jpg" alt="" /></p>
<p>Fonte: Gazeta do Povo em <a href="http://www.gazetadopovo.com.br/economia/conteudo.phtml?id=1211913">http://www.gazetadopovo.com.br/economia/conteudo.phtml?id=1211913</a></p>
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		<title>Novo Código Florestal é aprovado e volta à Câmara dos Deputados</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Dec 2011 14:04:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Depois de mais de seis horas de debate, o Plenário aprovou o novo Código Florestal (PLC 30/2011), na forma de substitutivo dos senadores Luiz Henrique (PMDB-SC) e Jorge Viana (PT-AC) para o texto do então deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), hoje&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de mais de seis horas de debate, o Plenário aprovou o novo Código Florestal (PLC 30/2011), na forma de substitutivo dos senadores Luiz Henrique (PMDB-SC) e Jorge Viana (PT-AC) para o texto do então deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), hoje ministro do Esporte. O texto, que traça os limites entre a preservação de vegetação nativa e as diversas atividades econômicas, tanto no campo quanto nas cidades, volta agora à Câmara dos Deputados, que deve deliberar sobre a matéria até o fim do ano O texto-base de Luiz Henrique e Jorge Viana foi aprovado em primeiro turno com 59 votos a favor e 7 contrários. Em turno suplementar, de um total de 78 emendas, Jorge Viana acolheu 26, a maioria referente a mudanças de redação. As demais foram rejeitadas em bloco. Quatro destaques, votados separadamente, também foram rejeitados. O novo Código Florestal estabelece disposições transitórias &#8211; para contemplar as chamadas &#8220;áreas consolidadas&#8221;, em que há atividades agrossilvopastoris em Áreas de Preservação Permanente (APPs) &#8211; e disposições permanentes, com critérios a serem seguidos a partir da data de 22 de julho de 2008, data da publicação do Decreto 6.514/2008, que define penas previstas na Lei de Crimes Ambientais. A mesma data é o marco temporal para isentar de recuperação as propriedades rurais de até quatro módulos que desmataram as Reservas Legais (RLs). Para isso, o projeto determina a criação do Cadastro Ambiental Rural (CAR) e estabelece prazo de um ano, prorrogável uma única vez por igual período, para que os donos de terras registrem suas propriedades nesse cadastro. Os dados do CAR serão disponibilizados na internet e servirão para a elaboração dos Programas de Regularização Ambiental. Os relatores também incluíram incentivos para a recomposição de florestas e regras especiais para a agricultura familiar. Vários líderes partidários &#8211; como as senadoras Kátia Abreu (PSD-TO) e Ana Amélia (PP-RS) e os senadores Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), Gim Argello (PTB-DF), Wellington Dias (PT-PI), José Agripino (DEM-RN) e Renan Calheiros (PMDB-AL) &#8211; encaminharam favoravelmente ao substitutivo, elogiando o teor do relatório, o qual consideraram equilibrado. Também se manifestaram pelo texto e em defesa dos produtores rurais os senadores Waldemir Moka (PMDB-MS), Demóstenes Torres (DEM-GO), Inácio Arruda (PCdoB-CE), Ivo Cassol (PP-RO) e Acir Gurgacz (PDT-RO). O senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) chegou a pedir verificação de quórum, com apoio dos senadores Marinor Brito (PSOL-PA), Lindbergh Farias (PT-RJ), Paulo Davim (PV-RN) e Cristovam Buarque (PDT-DF). Randolfe discursou contra o texto e defendeu a agricultura familiar e a preservação ambiental. Marinor Brito também encaminhou contrariamente ao projeto, &#8220;em nome de todos os que tombaram em defesa das florestas&#8221;. Fonte: Da Redação / Agência Senado</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="100" height="100" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="C:\Users\User\Videos\Downloads do RealPlayer" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="100" height="100" src="C:\Users\User\Videos\Downloads do RealPlayer"></embed></object></p>
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		<title>Começam em Durban reuniões-chaves para futuro do Protocolo de Kyoto</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 16:02:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>recitech</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">As reuniões de alto nível da XVII Cúpula da ONU sobre Mudança Climática (COP17) começam nesta terça-feira em Durban (África do Sul) e serão chaves para decidir o futuro do Protocolo de Kyoto.<br />
Espera-se que 12 chefes de Estado e governo&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">As reuniões de alto nível da XVII Cúpula da ONU sobre Mudança Climática (COP17) começam nesta terça-feira em Durban (África do Sul) e serão chaves para decidir o futuro do Protocolo de Kyoto.<br />
Espera-se que 12 chefes de Estado e governo e 130 ministros assistam às reuniões, que serão abertas nesta terça-feira às 17h com cerimônia na qual participarão, entre outras personalidades, o presidente da África do Sul, Jacob Zuma, e o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon.<br />
pelos senadores.<br />
Um dos grandes assuntos pendentes sobre a mesa da COP, que ocorre de 28 de novembro a 9 de dezembro, é a renovação do Protocolo de Kyoto, que expira no fim de 2012.<br />
Assinado em 1997 e em vigor desde 2005, o protocolo estabeleceu compromissos legalmente vinculativos de redução de emissões de gases do efeito estufa para 37 países desenvolvidos, com a exceção dos Estados Unidos, país que não ratificou.<br />
Os negociadores tentam agora acordar uma segunda fase que sirva de transição para um novo acordo internacional legalmente vinculativo.<br />
Os países em desenvolvimento consideram crucial a ratificação desse segundo período pelas economias ocidentais. Rússia, Japão e Canadá, entretanto, já disseram que não renovarão o tratado enquanto seus concorrentes comerciais &#8211; China, Índia e os Estados Unidos &#8211; não assumirem compromissos similares.<br />
Um consenso sobre a prorrogação do protocolo vem sendo forjada desde o início da cúpula, revelou a secretária executiva da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (UNFCCC), a costarriquenha Christiana Figueres.<br />
&#8220;Estão em estudo quais as opções existentes para alcançar esse segundo período. A pergunta não é mais se vai haver um segundo período, mas como será feito o segundo período&#8221;, declarou Christiana à Agência Efe no último dia 2.<br />
Na segunda-feira, a responsável da UNFCCC garantiu que embora Rússia, Japão e Canadá rejeitem renovar o acordo, &#8220;não vão obstaculizar esse compromisso&#8221;.<br />
O chefe da delegação chinesa, Xie Zhenghua, ressaltou nesta segunda-feira que pactuar uma segunda fase do Protocolo de Kyoto &#8220;é o mais importante&#8221; da COP17.<br />
Xie indicou que seu país, maior emissor de gases do efeito estufa do mundo, está disposto a aceitar um acordo legalmente vinculativo de redução de suas emissões poluentes, embora com uma série de condições.<br />
Entre as demandas está o acordo de uma segunda fase de Kyoto, a criação do Fundo Verde para o Clima (FVC) e o princípio de responsabilidade comum, mas com exigências diferenciadas.<br />
Xie detalhou que a China não se acolheria ao possível acordo até após 2020, quando vencem as ações voluntárias dos países em desenvolvimento recolhidas no protocolo.<br />
A esse respeito, o enviado especial dos EUA para Mudança Climática, Todd Stern, advertiu na segunda-feira que seu país não assinará novo acordo global de redução de emissões sem uma paridade legal com as potências emergentes como China, Índia e Brasil.<br />
&#8220;Isso é imperativo&#8221;, ressaltou Stern, cujo país é o segundo maior emissor mundial de gases do efeito estufa e se nega a um acordo global vinculativo antes de 2020.<br />
Países emergentes como o Brasil veem com bons olhos a proposta da União Europeia (UE): pactuar em 2015 acordo de redução de emissões que entre em vigor em 2020 e comprometa todas as grandes economias, com prorrogação do protocolo de Kyoto como transição.<br />
Outra das questões importantes que centrarão as reuniões de alto nível é a iniciada do Fundo Verde para o Clima (FVC).<br />
A ministra sul-africana de Relações Exteriores, Maite Nkoana-Mashabane, presidente da COP17, garantiu nesta segunda-feira que nenhum país se opôs na conferência a FVC.<br />
O FVC, estipulado na COP16 de 2010 em Cancún (México), é um mecanismo que vai colocar à disposição dos países em desenvolvimento US$ 100 bilhões anuais a partir de 2020 para investir em energias limpas e combater a mudança climática.<br />
A ministra sul-africana admitiu que o documento em análise pelos negociadores &#8220;não é perfeito&#8221;, mas insistiu em que recebeu &#8220;muitas reações positivas&#8221;.<br />
Segundo Nkoana-Mashabane, a aprovação da estrutura e a governabilidade do Fundo em Durban são necessárias para &#8220;apoiar financeiramente a adaptação (à economia verde) e a redução (de emissões) dos países em desenvolvimento&#8221;.<br />
Pelos números divulgados nesta semana pela ONU, quase 16 mil delegados e observadores de 194 países participam da COP17.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Gazeta do Povo</p>
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		<title>Código Florestal será votado nesta terça no plenário do Senado</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 15:59:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>recitech</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Se aprovado pelos senadores, o texto segue para o plenário da Câmara para que os deputados escolham entre o projeto aprovado em maio por eles ou o aprovado pelos senadores.</p>
<p>A polêmica em torno do novo Código Florestal chega nesta terça-feira&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se aprovado pelos senadores, o texto segue para o plenário da Câmara para que os deputados escolham entre o projeto aprovado em maio por eles ou o aprovado pelos senadores.</p>
<p>A polêmica em torno do novo Código Florestal chega nesta terça-feira à sua penúltima etapa, quando o projeto de lei com as mudanças na atual legislação ambiental deverá ser votado pelo plenário do Senado. Ao todo, a matéria tramitou durante dois anos e meio no Congresso, sendo dois anos na Câmara e seis meses no Senado. Se aprovado pelos senadores, o texto segue para o plenário da Câmara para que os deputados escolham entre o projeto aprovado em maio por eles ou o aprovado pelos senadores. Nas etapas que passou, o código gerou embates entre ambientalistas e ruralistas, já que as regras estabelecem quais áreas devem ser preservadas dentro de cada um dos 5 milhões de imóveis rurais do país. O projeto aprovado por ampla maioria dos deputados, em maio, foi considerado pelo governo e por ambientalistas como um retrocesso. Isso porque retirava a proteção de alguns locais frágeis, como manguezais, e permitia a legalização de todas as atividades rurais localizadas dentro das Áreas de Preservação Permanente (APPs) &#8211; locais como beiras de rio e encostas &#8211; até julho de 2008. No Senado, sob a relatoria de Luiz Henrique (PMDB-SC) e Jorge Viana (PT-AC), o texto sofreu diversas modificações. Entre elas, um artigo que criou faixas mínimas de recuperação obrigatória para todo produtor em beiras de rio, que variam de 15 metros para os rios mais estreitos até 100 metros para os rios mais largos. O código também foi dividido entre regras fixas e transitórias, estas últimas voltadas exclusivamente para o produtor que está em débito com a lei ambiental e agora poderá se regularizar. Outras possibilidades aprovadas pela Câmara foram mantidas, como a que libera os donos de terra de até quatro módulos fiscais (de 20 a 400 hectares) da obrigação de recuperar a reserva legal desmatada até julho de 2008. Reserva legal é o percentual da terra que não pode ser desmatado e varia de 20% a 80% dependendo da região. Embora o relatório que está previsto para ser votado hoje tenha sido costurado entre a área ambiental do governo e ruralistas, tanto verdes quanto o setor produtivo demonstram insatisfação. Isso deve gerar uma série de tentativas de última hora de alterar o texto, por meio de emendas ao projeto. A bancada do Nordeste, por exemplo, deve apresentar uma emenda para retirar os apicuns &#8211; uma parte dos manguezais &#8211; do status de APP, para que atividades como a pesca do camarão possa ser exercida sem restrições. Por outro lado, senadores ligados aos ambientalistas devem tentar derrubar a possibilidade de o produtor manter o que produz em APP, desde que comprove que o desmatamento foi feito até julho de 2008 e cumpra os mínimos exigidos para recuperar parte do desmate. Estudo do professor Gerd Sparoveck, da USP, dá conta de que as APPs somariam hoje 103 milhões de hectares, dos quais 44 milhões de hectares estariam desmatados. Apenas uma parte dessa área voltará a ser vegetação nativa, o que contraria os ambientalistas. Além disso, estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) aponta que, com a liberação que será dada aos pequenos produtores de recuperarem suas reservas legais, outros 29,5 milhões de hectares desmatados ilegalmente deixarão de ser recuperados.</p>
<p>Fonte: Gazeta do Povo</p>
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		<title>AUSTRÁLIA DESENVOLVE TURBINA EÓLICA MAIS EFICIENTE E SILENCIOSA</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Nov 2011 13:08:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>recitech</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><a href="http://www.recitechambiental.com.br/?p=1727"></a></p>
<p>A Eco Whisper Turbine foi concebida e fabricada na Austrália. A turbina fornece mais energia, a partir da velocidade de vento, do que as turbinas convencionais. A produção energética anual chega a ser até 30% maior do que os modelos&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.recitechambiental.com.br/?p=1727"></a></p>
<p>A Eco Whisper Turbine foi concebida e fabricada na Austrália. A turbina fornece mais energia, a partir da velocidade de vento, do que as turbinas convencionais. A produção energética anual chega a ser até 30% maior do que os modelos tradicionais. O desempenho varia de um local para outro.<br />
Além do melhor desempenho, esta turbina elimina o ruído e a vibração das tradicionais turbinas eólicas de três lâminas e está revolucionando o mercado das pequenas turbinas eólicas com o seu design exclusivo e apelo estético conquistando o interesse do Governo australiano, que a nomeou como uma das melhores tecnologias limpas para um concurso de ideias inovadoras.<br />
A Eco Whisper Turbine foi projetada para compensar exigências de energia de médio e grande porte. Seu uso é adequado para instalações industriais, comerciais e de produção. Em áreas agrícolas, com um foco particular em comunidades remotas e em substituição ao diesel, ela também é uma boa opção.<br />
Com esta tecnologia não existem perdas e a coleta de vento é feita de forma mais eficiente. A turbina converte e gera mais energia e possui baixa velocidade de arranque em comparação às outras. Tudo isto é conseguido ao mesmo tempo em que a turbina tem a metade da altura e diâmetro do disco, em comparação às turbinas comuns.<br />
Em vez das três habituais pás gigantes, ela possui 30 lâminas, com 6,5 m de diâmetro, estendendo para fora a partir de um eixo central com aproximadamente 21m de altura. A turbina pode suportar ventos de até 220km/h e dependendo da quantidade de vento onde estará instalada, com velocidades de vento acima da média de 5m/s (18km/hr) pode gerar entre 18 mil kWh a 32 mil kWh por ano. Sua sólida estrutura maximiza a visibilidade para as aves.<br />
A Eco Whisper Turbine é uma subsidiária integral da Renewable Energy Solutions Australia Holdings Ltd. (RESA) &#8211; um desenvolvedor, fabricante, instalador e operador de soluções de energia renovável. Membro do Conselho de Energia Limpa a empresa é reconhecida por seu compromisso com o desenvolvimento sustentável, qualidade e inovação.</p>
<p> Fonte: <a href="http://www.enercons.com.br/noticias">http://www.enercons.com.br/noticias</a></p>
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		<title>Seminário identifica oportunidades na bacia do Rio Paranapanema</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Nov 2011 13:03:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>recitech</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>O Rio Paranapanema, no Norte do Estado, tem potencial econômico e energético, segundo avaliação dos participantes do Seminário de Integração do Comitê de Bacia Hidrográfica do Paranapanema (CBH-Paranapanema). Aproximadamente 150 representantes de entidades do Paraná e de São Paulo reuniram-se&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Rio Paranapanema, no Norte do Estado, tem potencial econômico e energético, segundo avaliação dos participantes do Seminário de Integração do Comitê de Bacia Hidrográfica do Paranapanema (CBH-Paranapanema). Aproximadamente 150 representantes de entidades do Paraná e de São Paulo reuniram-se nesta quarta-feira (9) para apresentar os resultados das discussões, oficinas e mesas-redondas do evento, realizado desde segunda-feira (7), em Cornélio Procópio.<br />
Segundo o diretor de Gestão de Bacias Hidrográficas do AguasParaná, Enéas Machado, foram apresentadas oportunidades para a valorização e conservação do Paranapanema. “Entre as sugestões dos grupos estão o incentivo ao turismo sustentável, à agricultura orgânica, à educação ambiental e maior integração do comitê com a população”.<br />
A qualidade e a quantidade da água e ações socioambientais dos governos estaduais foram consideradas pontos positivos, assim como o interesse de instituições de pesquisa em atuar junto ao comitê. Em contrapartida, foram identificados ameaças de poluição e assoreamento, risco de acidentes ambientais, baixo envolvimento da sociedade e a falta de divulgação das atividades do Comitê.<br />
Na tarde de terça-feira (8), representantes do poder público, da sociedade e de usuários de recursos hídricos reuniram-se para discutir as oportunidades e ameaças das regiões que integrarão o CBH-Paranapanema. “Cada segmento pôde expor sua visão sobre a bacia hidrográfica, para que possa ser feito o diagnóstico sobre futuras propostas de preservação da biodiversidade”, explica Suraya Modaelli, membro do grupo de apoio à instalação do Comitê.<br />
“Devemos divulgar o trabalho dos Comitês para que a população participe das decisões sobre os recursos hídricos e compreenda a importância desses debates. Só assim, teremos uma mudança cultural”, afirma José Catarino, vice-presidente do Comitê de Bacia Hidrográfica do Pontal do Paranapanema (SP). O grupo da sociedade civil organizada escolheu representantes que serão responsáveis por difundir as atividades do órgão.<br />
A representante da Agência Nacional de Águas (ANA), Rosana Evangelista, enalteceu a iniciativa dos dois estados.<br />
Fonte: Imprensa AGUASPARANÁ</p>
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		<title>Onça parda é capturada em São José dos Pinhais</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Nov 2011 12:22:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>recitech</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Uma onça parda, popularmente conhecida como sussuarana, foi capturada na tarde da última sexta-feira (6 de novembro) em São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba. O animal havia fugido de uma chácara na cidade. O Disque-Denúncia do Batalhão&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma onça parda, popularmente conhecida como sussuarana, foi capturada na tarde da última sexta-feira (6 de novembro) em São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba. O animal havia fugido de uma chácara na cidade. O Disque-Denúncia do Batalhão de Polícia Ambiental (BPAmb), a Força Verde da Pol´ciai Militar (PM), recebeu a informação de que a onça estava nas imediações do bairro Guatupê. As buscas foram iniciadas e o animal localizado em poucas horas.<br />
Segundo o Major Adilson Luiz Correa dos Santos, a sussuarana era mantida em cativeiro no interior de uma propriedade e rompeu as grades com os dentes para fugir em direção a um matagal próximo. A polícia teve de usar dardos tranquilzantes para capturar o animal, que tinha cerca de 1,5 metro e 80 quilos. Quando os policiais atiraram o dardo, a onça subiu em uma árvore. Após o efeito do tranquilizante, o animal caiu. Um colchão foi colocado no chão para amortecer a queda da onça, que não ficou ferida.</p>
<p>Fonte: Gazeta do Povo</p>
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		<title>Piracema: Começa o período de restrição à pesca de espécies nativas no Paraná</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Nov 2011 11:25:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>recitech</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Começa o período de restrição à pesca de espécies nativas no Paraná Começou nesta terça-feira (1° de novembro) e segue até 28 de fevereiro de 2012 a restrição da pesca profissional e amadora em todo o Paraná. O objetivo&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Começa o período de restrição à pesca de espécies nativas no Paraná Começou nesta terça-feira (1° de novembro) e segue até 28 de fevereiro de 2012 a restrição da pesca profissional e amadora em todo o Paraná. O objetivo é garantir a reprodução dos peixes no período chamado de defeso da piracema. A restrição atinge as espécies nativas, como bagre, dourado, jaú, pintado e lambari. A proibição é instruída pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Instrução Normativa nº 25/2009) e reforçada no Estado pela portaria do Instituto Ambiental do Paraná (nº 242/2011). Para garantir melhores resultados para a desova, o IAP e a Polícia Ambiental vão reforçar as ações de fiscalização nos rios e reservatórios do Estado. Quem for flagrado pescando em desacordo com a legislação será enquadrado na lei de crimes ambientais. Por isso, os pescadores precisam estar atentos às normas da legislação federal (para rios da União e que fazem divisas com outros estados) e estadual (para os demais rios, córregos e reservatórios). Os infratores que desrespeitarem a legislação do Paraná podem receber multas com valor a partir de R$ 700 por pescador, mais R$ 20 por quilo de peixe pescado. Além disso, os materiais de pesca, como varas, redes e embarcações, podem ser apreendidos pelos fiscais. Para o presidente do IAP, Luiz Tarcísio Mossato Pinto, é importante que as comunidades de pescadores entendam a importância do período de defeso. “É preciso que todos aqueles que gostam de pescar entendam que o período da piracema é fundamental para preservar o meio ambiente. Melhor ainda seria se eles soubessem diferenciar as espécies nativas, que estão com a pesca proibida, das exóticas, que estão permitidas”, diz. Nesse período, a pesca embarcada está proibida nos principais rios do Estado (Tibagi, Pirapó, das Cinzas, Laranjinha, Arroio Guaçu, Piquiri, Ivaí, Ocoí, São Francisco Falso, São Francisco Verdadeiro, Chopim, São Bento) e seus afluentes. A desembarcada – no barranco dos rios – está permitida, desde que atenda aos critérios estabelecidos na portaria. Para os reservatórios a pesca continua permitida, tanto a embarcada quanto a desembarcada. Também estão liberados campeonatos e gincanas, desde que os peixes capturados sejam devolvidos à natureza. Segundo o diretor de controle e recursos ambientais do IAP, Paulo Barros, a liberação da pesca nos reservatórios se deve à grande concentração de espécies exóticas invasoras inseridas naquele meio pelos seres humanos. Essas espécies são: corvina, tilápia, tucunaré, bagre-africano, carpa, entre outros. DOCUMENTAÇÃO – Tanto para a pesca amadora quanto para a profissional embarcada ou desembarcada é necessária a posse da documentação emitida pelo Ministério da Pesca. Para a emissão do documento é preciso responder algumas perguntas e se cadastrar no site do Ministério. O documento é emitido na hora. PESCA AMADORA – A pesca amadora para pessoas licenciadas está restrita ao limite de captura e transporte de até cinco quilos de peixes, mais um exemplar de qualquer peso, respeitados os tamanhos mínimos de captura, de acordo com a legislação vigente para espécies nativas.</p>
<p>fonte: iap em <a href="http://www.iap.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=90">http://www.iap.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=90</a></p>
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		<title>Estudos indicam a possibilidade de 245 projetos de Pequenas Centrais Hidrelétricas em todo o estado.</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Jan 2011 13:29:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>recitech</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.recitechambiental.com.br/?p=1024"><img class="alignleft size-full wp-image-1025" title="11082010(020)" src="http://www.recitechambiental.com.br/wp-content/uploads/2011/01/11082010020.jpg" alt="" width="297" height="277" /></a> O Paraná verá surgir, ao longo dos próximos anos, um número cada vez maior de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) em praticamente todas as suas regiões. Estudos já realizados indicam a possibilidade de 245 projetos de PCHs em todo&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.recitechambiental.com.br/?p=1024"><img class="alignleft size-full wp-image-1025" title="11082010(020)" src="http://www.recitechambiental.com.br/wp-content/uploads/2011/01/11082010020.jpg" alt="" width="297" height="277" /></a> O Paraná verá surgir, ao longo dos próximos anos, um número cada vez maior de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) em praticamente todas as suas regiões. Estudos já realizados indicam a possibilidade de 245 projetos de PCHs em todo o estado ¬ atualmente são 30 em operação (181 MW), duas em construção (29 MW) e 23 já outorgadas (370 MW). Segundo o coordenador da Câmara Especializada de Energia Elétrica do CREA-PR, engenheiro eletricista Nilton Camargo Costa, 148 PCHs já estão com empreendedor definido ou em processo de definição, totalizando 1.400 megawatts de potência instalada. Esses números significam não apenas a expansão do setor energético paranaense, mas também o surgimento de uma grande oportunidade de mercado para engenheiros, agrônomos, arquitetos e técnicos. PCH é uma usina hidrelétrica de pequeno porte, com capacidade instalada superior a 1 MW e inferior a 30 MW Conforme explica o engenheiro eletricista Rolf Gustavo Meyer, presidente da Associação Paranaense de Engenheiros Eletricistas (APEE), outra característica é que a superfície do lago formado pelo reservatório deve ser menor do que 3 km², de acordo com a Resolução nº 394, da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). A usina opera praticamente a &#8220;fio d&#8217;água&#8221;, ou seja, fluxo contínuo. O reservatório não permite uma regularização do volume de água. Por esse motivo, em época de estiagem, a vazão disponível pode ser menor que a capacidade de geração das turbinas. Elas são instaladas em rios pequenos e médios, porém com desníveis significativos durante o percurso. Têm impactos ambientais reduzidos e geram energia de forma descentralizada.</p>
<p>Principal responsável pelo setor energético no Paraná, a Companhia Paranaense de Energia (COPEL) possui participação minoritária em nove PCHs a serem implantadas no estado. A empresa também mantém aberta uma chamada pública, convocando investidores que tenham direitos sobre os demais projetos de PCHs para firmar parcerias, conforme o engenheiro eletricista David Severino de Rezende, assistente do Diretor de Engenharia da COPEL. Segundo o presidente da APEE, o investimento médio para a construção de uma PCH é de R$ 4,5 a R$ 6 milhões por megawatt instalado. &#8221;</p>
<p>Considerando uma PCH de médio porte (10 MW), suficiente para atender uma grande indústria ou uma pequena cidade, custará aproximadamente R$ 50 milhões&#8221;, explica Meyer com base em dados da ANEEL. Juntas, as PCHs devem acrescentar mais 1.402 MW ao parque gerador, ou seja, o equivalente a uma grande usina da COPEL. A conclusão das obras de instalação desse empreendimento leva entre 18 e 24 meses. Depois de sete anos sem nenhuma liberação de licença ambiental por decisão do governo do estado, uma resolução entre a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e o Instituto Ambiental do Paraná (IAP) retomou os licenciamentos e, com isso, a execução dos projetos.</p>
<p>A consequência é que deve aumentar no próximo período a procura por profissionais para atuar neste segmento. De acordo com o engenheiro eletricista Rolf Gustavo Meyer, presidente da APEE, PCHs são empreendimentos que contemplam profissionais de todas as modalidades da engenharia. &#8220;Desde a fase inicial de um projeto, passando pelo licenciamento, execução e manutenção, não há como citar alguma área que não esteja afetada pela obra&#8221;. Ele lembra as muitas empresas que se formaram especificamente para atuar neste mercado. &#8220;Algumas têm investidores prevendo, inclusive, a questão dos Créditos de Carbono ou Redução Certificada de Emissões (RCE), negociados no mercado nacional e internacional&#8221;. O engenheiro eletricista Nilton Camargo Costa ressalta a importância dos profissionais da área de Engenharia Elétrica. &#8220;São empregados profissionais de várias áreas, como Eletrotécnica, Eletrônica, Telecomunicações, além de Engenharia de Computação, Automação e Controle&#8221;. Profissionais das áreas de Engenharia Civil, Engenharia Mecânica, Geologia, Engenharia Ambiental também estão envolvidos nos projetos. &#8220;O primeiro requisito para o ingresso nessa área é o conhecimento técnico. Também é preciso ressaltar que o mercado de energia possui uma legislação e um mecanismo de autorregulação exigentes em nível técnico e jurídico. É desejável conhecer também as leis e as normas regulamentadoras&#8221;.</p>
<p> texto: revista CREA dez/10</p>
<p>Fonte: http://issuu.com/creapr/docs/crea66_22-12__final_</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
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